Sobrevivêncialismo: Prefiro estar preparado!

Você já ouviu falar do sobrevivêncialismo? Você costuma estar preparado para as situações mais extremas? Não? Então talvez seja a hora de começar a pensar nisso, pois esta atividade vem se popularizando cada dia mais.

E é justamente por isso que nós, da Bunker Brasil, resolvemos criar este artigo explicando o que é o sobrevivêncialismo, bem como contando um pouco da história deste movimento que ao longo dos anos veio ganhando cada vez mais força.

Portanto, prepare seu bloco de notas, pois nas linhas abaixo você irá descobrir o quanto vem pecando na sua segurança, bem como a de sua família. Afinal de contas, nós Sobrevivencialistas, preferimos estar sempre preparados!

O que é Sobrevivencialismo?

O sobrevivêncialismo é um movimento predominante nos Estados Unidos, mas que se espalhou por todo o globo terrestre.

Este movimento, que pode ser de grupos ou apenas indivíduos (conhecidos por Sobrevivencialistas ou predadores) procura manter-se sempre preparado para qualquer tipo de emergência ou crises e rupturas de todas as naturezas, sejam elas locais, regionais, nacionais e – até mesmo – mundiais.

Geralmente, os Sobrevivencialistas procuram se antecipar a todo tipo de eventos catastróficos por meio de treinamentos de autodefesa e autossuficiência, bem como estocando alimentos, água e, claro, através da construção de ambientes 100% seguros ou esconderijos subterrâneos.

Mas, obviamente tudo isso não começou ontem e nem foi por acaso, portanto, no próximo tópico vamos ver uma breve história do sobrevivêncialismo no mundo.

História do Sobrevivencialismo

Na verdade, é impossível definir uma data exata para o início do movimento sobrevivencialista, porém sabe-se que se deu devido a políticas socioeconômicas, bem como aos livros (fictícios ou não) em que cenários apocalípticos e de crise geral eram alertados.

Contudo, os primeiros documentos que adotaram estes termos surgiram na década de 1960, através do livro de Harry Browne (How You Can Profit from the Coming Devaluation) e, depois, em seminários e artigos que Harry promoveu com o auxílio de Don Stephens (arquiteto).

Harry, neste período, notou a crescente inflação e desvalorização da moeda norte-americana, bem como outras falhas do prematuro sistema capitalista da época, prevendo a crise socioeconômica que surgiria.

Além disso, ainda havia a questão da eminente guerra nuclear entre os Estados Unidos e a antiga União Soviética (hoje Rússia e países da Europa Oriental).

Obviamente toda essa tensão gerou medo na população, e foi então que o Personal Finance (jornal libertário da época) dedicou uma seção inteira a ensinar as pessoas métodos e práticas que garantiriam a sobrevivência dos mesmos, em caso de um colapso total (como de fato aconteceu).

Já em 1980, o movimento atingiu seu pico devido a retomada da corrida armamentista entre EUA e URSS. Foi então que se iniciou grandes operações (financiadas pelo governo dos EUA

e, até mesmo, por igrejas como a Adventista do Sétimo Dia) que visavam criar campos de sobrevivência coletiva nas áreas rurais.

A terceira grande onda do sobrevivêncialismo teve início mais recente, no ano de 2001, com os ataques terroristas no World Trade Center, em New York, bem como outros ataques do mesmo teor em Beli, Madri e Londres.

Essa onda foi reforçada com os tsunamis no Japão em 2011 e, claro, com os recentes ataques terroristas em Paris e a onda de terror e incerteza política que vem se instalando no mundo.

Sendo assim, há mais de 60 anos os sobrevivencialistas vêm se preparando dia após dia para o pior, para o extremo. Mas, o que seria este extremo? Bem, é justamente o que veremos no tópico a seguir!

Cenários Sobrevivencialistas nos tempos atuais

Hoje em dia, a grande maioria dos sobrevivencialistas se preparam para situações extremas que se dividem em 7 grandes classes, as quais são:

  • Catástrofes Naturais: Terremotos, tsunamis, vulcões, mudanças climáticas drásticas, tornados, tempestades, nevascas, secas, enchentes, aumento do nível dos oceanos, meteoros, tempestades solares, deslizamentos de terras e muito mais;
  • Catástrofes provocadas pela humanidade: Desastres industriais, contaminação biológica, guerra nuclear/química/biológica, materiais radioativos e vazamentos de produtos químicos;
  • Ruptura na ordem: Golpes de estados com uso de violência, guerras civis, governos opressores e violência urbana acentuada;
  • Colapso geral: Anarquia, crise energética, crise de abastecimento de água, crise de saúde/comunicação/policiamento e ausência de bens de primeira necessidade (como água, roupas, comida, combustível, etc);
  • Colapso econômico: Ausência de crédito, hiperinflação, recessões e retenção monetária nos bancos;
  • Emergências sanitárias: Epidemias e pandemias;
  • Eventos apocalípticos: Invasões alienígenas, zumbis e ira divina.

Como você pode ver, os perigos não são poucos e, justamente por isso, devemos estar sempre preparados para qualquer situação. Se você concorda com isso, visite a nossa loja do sobrevivêncialismo clicando aqui, lá você vai encontrar todo o material necessário para garantir a sobrevivência sua e de seus entes queridos.

Estar preparado nunca é demais! Por isso, compartilhe este artigo com os seus amigos no Facebook.

Add a Comment

Your email address will not be published. Required fields are marked *